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Hérnia umbilical

Hérnia umbilical: diagnóstico e tratamento individualizado

A hérnia umbilical ocorre quando gordura ou outra estrutura protrui por um defeito na região do umbigo. Pode ser pequena e assintomática ou provocar abaulamento, dor e limitação aos esforços.

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Avaliação do defeito

O exame físico identifica o abaulamento e sua relação com esforço. Ultrassom ou tomografia podem ser solicitados em casos selecionados.

Tamanho, conteúdo, sintomas, crescimento e qualidade da parede abdominal orientam a indicação.

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Relação com a diástase

A diástase enfraquece a linha média e pode coexistir com a hérnia umbilical. Quando ambas estão presentes, tratar somente o pequeno orifício pode não abordar toda a alteração anatômica.

O planejamento integrado avalia se a reconstrução da linha média deve acompanhar a correção da hérnia.

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Técnica de correção

Sutura, uso de tela e via de acesso dependem do tamanho, recorrência, tecidos e fatores clínicos.

A cirurgia robótica é uma alternativa em casos selecionados, especialmente quando existe reconstrução mais ampla da parede abdominal.

Base científica

Referências selecionadas

As referências são selecionadas conforme a pertinência ao tema. O conteúdo é educativo e não substitui consulta médica.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre hérnia umbilical

Toda hérnia umbilical precisa operar?

A indicação considera sintomas, tamanho, evolução e riscos individuais. Algumas podem ser acompanhadas.

Uma hérnia pequena pode complicar?

Pode ocorrer encarceramento, embora o risco varie. Dor intensa persistente, náusea ou abaulamento que não reduz exigem avaliação urgente.

A tela é sempre necessária?

Não. A decisão depende do defeito, dos tecidos, da diástase associada e do risco de recorrência.

Avaliação especializada

O planejamento começa
com uma avaliação individual

Atendimento em São Paulo e consulta por telemedicina quando apropriado.

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